Mo'nonymous on A propósito dos ban...
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Pensamento do dia: "Prevejo uma onda de suicídios sem precedentes por todo o país. Mais uma vez este governo de sócretinos toma medidas irresponsáveis que podem vir a ter consequências trágicas pra muitos portugueses. Com a brutal descida do IVA de 21 para 20%, muita gentinha vai ser apanhada desprevenida já no final do próximo mês, sem saber o que fazer a todo o dinheiro que lhes vai sobrar e depois já se sabe como é... depressão, psiquiatras, anti-depressivos, ansiolíticos, álcool, Júlia Pinheiro, drogas e morte...enfim o 'déjà vu' do costume! Isto sem contar com aqueles que saltam todas as etapas e se atiram pra debaixo de um comboio logo no próprio dia! E o mais engraçado é que parece que ninguém quer saber... ninguém faz nada!" - Zeka


Há uns anitos, vivia eu com a família (mulher e filhos), num prédio de três andares em Ermesinde, que, para quem não sabe, é uma localidade nos arredores do Porto onde existem as gajas mais boas.
Como qualquer mortal que se preze, fugia das reuniões de condomínio como o diabo da cruz, mas de longe a longe, talvez de ano a ano, lá tinha de ser. Ou porque havia algum assunto extraordinário a tratar ou simplesmente para empossar novo administrador, lá nos reuníamos na garagem que era comum. As reuniões eram, normalmente, agendadas para depois do jantar.
Certo dia, o Sr. Santos, administrador em exercício, convocou uma reunião com carácter urgente. O Sr. Santos era aquilo que se pode chamar um cromo difícil. Vendedor de automóveis, era, talvez por deformação profissional, cheio de mesuras e possuidor de uma simpatia exageradamente comercial, para não dizer hipócrita. Quando, ocasionalmente, me cruzava com ele nas escadas ao fim do dia, apesar de suado como um porco, quer fosse verão ou inverno, sempre carregado com pastas, livros, catálogos e um garrafão de vinho que trazia da sua adega particular na garagem, abria aquele sorriso, exibindo um teclado amarelo/esverdeado, e cumprimentava-me com um “Boa noite, como está Sr. José?” acompanhado de uma vénia em que quase batia com a careca reluzente, debruada por uma orla de cabelos grisalhos ligeiramente compridos tipo maestro Vitorino d’Almeida, na proeminente barriga que por sua vez se tentava esgueirar forçando os heróicos botões da camisa, quase sempre de cor branca. A gravata, essa, já há muito tinha desistido de se manter ao meio e pendia invariavelmente a tiracolo numa desesperada tentativa de se juntar ao blazer que ele trazia dobrado sobre o braço, talvez, quiça, apenas para justificar a sua presença.
Nessa noite teve de ser. Movido também pela curiosidade, uma vez que a mudança de governo ainda vinha longe, lá me juntei aos restantes condóminos, por volta das 9 e meia.
Formado o habitual círculo no meio da garagem, quais gauleses em assembleia, e depois das também habituais bocas e piadinhas de circunstância para quebrar o gelo, coisas em que, não é para me gabar, sou um exímio executante, o Sr. Santos foi directo ao assunto, e que assunto, meu Deus, e que assunto. Segundo ele, alguém lhe tinha subtraído, nada mais nada menos que uma fileira de garrafões de vinho do seu lugar de garagem. Vinho do bom, ainda por cima, lá da terra. Uma fileira naquele tempo eram cerca de 20 garrafões e o Sr. Santos (pasme-se), tinha convocado a reunião para nos comunicar que iria descontar o valor desses mesmos garrafões no dinheiro do condomínio, que, como é óbvio, pertencia a todos. De acordo com a sua lógica, sentia-se no direito de o fazer porque, e reparem que isto são só suposições daquela cabecinha lustrosa, alguém de entre nós, teria cedido a chave da garagem que, recordo, era comum, a algum energúmeno, por azar apreciador de bom tintol, e por isso os garrafões ganharam pernas. Perante isto, e consciente da minha (nossa) impotência, pelo menos momentânea, uma vez que o administrador em exercício tinha sempre a faca e o queijo na mão, e também porque não me apetecia, naquele momento, estar para ali a argumentar contra tamanha estupidez, perguntei apenas ao Sr. Santos se tal decisão estava já tomada ou se vinha sujeitá-la à nossa aprovação. Como me respondesse que sim, que estava já tomada, e como não havia mais nenhum assunto a tratar, despedi-me educadamente e abandonei a reunião, não sem antes, ter deixado bem claro que era visceralmente contra tal procedimento.
E não é que a EDP vem agora, armada
Uma coisa tenho de lhes agradecer. É o facto de me terem feito recordar o Sr. Santos e, em consequência, uma época gira da minha vida. Uma época em que as pessoas ainda usavam a própria cabeça, eram felizes e não se deixavam influenciar por mentalidades tacanhas, invejosas, doentias, retorcidas e loucas, daquelas mal intencionadas mesmo, que não desarmam enquanto vislumbrarem em ti uma réstea de felicidade e só descansam depois de te arrastar com elas de volta para o pântano feito de merda em que vivem. Mas isso já lá vai. Afinal ninguém tem culpa de nascer estúpida, ainda por cima no seio de famílias onde a insanidade mental grassa há várias gerações. Eu tentei...ninguém me pode acusar do contrário.
Bom, voltando ao assunto e bem vistas as coisas a esta distância temporal (mais de uma década), os Srs. Santos serviam apenas para dar algum colorido à coisa, ao contrário da EDP que com esta atitude me entristece e me faz pensar a merda de país em que vivo.
Como é possível que uma empresa que se pretende séria e responsável, tenha sequer a ousadia de levantar uma hipótese com este grau de filha-da-putice descarada? Será por verificarem que os portugueses aguentam todas as crises e sacrifícios como carneirinhos sem emitirem um único gemido? Não será abusar, esta merda? Não estarão por acaso a precisar que o pessoal se revolte e parta os vidros das suas instalações de norte a sul do país em sinal de protesto?
Aguardemos os desenvolvimentos...
Pensamento do dia: "A mulher é como um CD de música. Por causa de uma ou outra parte boa, acabamos por ficar com tudo" - roubada à Cassamia, pelo simples facto de achar a frase genial e de uma sabedoria esmagadoramente atroz.


Não falamos com Jesus, não lêmos tarot, nem cartas, nem folhas de chã, nem mãos, nem pés, nem borras de café, nem signos, nem búzios nem a PQP, mas damos estaladões convictos. Frente e verso.
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ADENDA (27/06) - Avisamos os excelentíssimos clientes, que, infelizmente, não poderemos aceitar mais encomendas para PAULA BOBONE, até ao ano de 2015. Obrigado.

Cada vez sou mais Manchester e menos Benfica.
Porquê? Porque sim... olha porque gosto do puto, do Ronaldo e do Alex Ferguson e su chiclé (pra mim é sempre a mesma, a da sorte, mas tá bem) e porque tamos na Europa e porque tamos na aldeia, a global e prontos, é por isso. Ah, e porque é vermelhinho também.
E além disso, tenho vergonha e não me identifico minimamente com esta versão "abutre" da direcção benfiquista. O Benfica tem que conquistar o direito a estar presente nas competições europeias por mérito próprio e não por demérito do F.C.Porto, ou de quem quer que seja. Tem que ganhar dentro das quatro linhas, o resto é merda...
Vieira vai-te embora! Se queres ser útil ao Benfica, volta pró F.C.P. ou suicida-te assassinando-te a ti mesmo! Pensa nisso... faz um esforço, ah? Vá lá... pensa.
Pensamento do dia: "É já a segunda estação de tv nacional (que eu visse, se calhar foram as três, mas como há uma que eu não vejo, só prós jogos mesmo) a apresentar uma reportagem sobre um emigrante português na Suiça pelo simples facto de trabalhar como polidor, na fábrica que produz as medalhas do Euro 2008. Haja pachorra pra este deslumbramento infantil e imbecil de que padecem os jornalistas maluquinhos da bola" - Zeka


Atenção políticos: Eles andam aí!!!
Desta vez foi o Kasparov. Nem quero ver quando descobrirem o Paulo Portas...

Deprimido/a?
Em baixo/a?
Fodido/a mesmo?
Clica AQUI e tudo isso será passado! Se tens mais de quarenta e menos de noventa esta música vai mexer no teu íntimo!
Atenção: Este post é experimental e destina-se única e simplesmente a uma experiência, um dois, um dois, para ver se consigo fundar uma religião tipo reino de deus e tal...
PS: No entanto, "Si nada mudarrr,... prô ano qui vem..."
PSG (não é Paris de Saint German, é p.s. prás gajas): Se querendes saber como é o anviente no "Calor da Noite" (a coutada onde o Pinto da Costa caça Carolinas Salgadas) ou no "Pérola Negra" basta por full screen e aumentar esse som como se estivessem a fazer de propósito pró vizinho óvir. E já agora, que estais aí, reparem no profissionalismo das dançarinas e digam lá se não vos dá logo vontade de pagar uma taça de champanhe a cada uma? Dá, num dá? Pois... Um home num é de ferro e com o boi do Cupido sempre ali a espetar... é obra.

Acabei de ver, pela 258ª vez aquela que considero a melhor comédia de sempre em língua portuguesa e da cultura portuguesa.
O gajo até sabe o que é o "esternÓcleidÓmastÓideu"... dassss, pq o pariu!
Num há pai pró Vasquinho d'anatomia!

O Sexto Anel está de luto
Pela vergonha de pertencer à raça humana (dita racional) e pela manifesta impotência perante a sua incomensurável estupidez e ignorância, lamento e, profundamente comovido, peço desculpa... ao resto do universo.
José M. P. S.
PS: Ainda que possa, e deva, ser mais condenável, entendo melhor o assaltante que mata outrem na ânsia da fuga, por exemplo, do que uma besta destas que tira a vida a animais inocentes, apenas pelo prazer de matar.
Isto não compreendo...
Pensamento do dia: "Há por aí muitos políticos (e não só) que com um simples gesto poderiam contribuir enormemente pró progresso e bem estar do país. Bastava-lhes, pura e simplesmente... enforcarem-se" - Zeka


Depois de tantos pedidos dos nossos leitores e pela primeira vez na história do Sexto Anel, fomos praticamente obrigados a reeditar um post.
Trata-se da maravilhosa foto de Santana Lopes no dia em que foi provar a farda de porteiro do Sporting logo após a demissão do seu líder Luis Filipe Menezes.

Perante os mais recentes acontecimentos no seio (ui) do PSD, achamos que faz todo o sentido esta reedição e é com todo o gosto que voltamos a oferecer esta linda moldura que fica bem em cima de qualquer tv, com o respectivo naperon.
Já sabem, tesourinhas em punho e vamos lá espetá-las sem medo nesses ecrãs!